segunda-feira, 2 de novembro de 2009

COCKPIT COM O PIASSA.





Piassa...


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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

ARTE CRIAÇÃO HUMANA.

Piassa'S Toy® By Studio&Piassa®


Piassa®...
Arte. O que é isso que se atreve a nos prender só de olhar e tem o poder de interagir com nossas emoções? Arte,essa criação humana com valores estéticos, beleza, equilíbrio, harmonia, revolta, que sintetizam as nossas emoções, a história, os sentimentos e a cultura. Isso é o que penso ser arte. É um conjunto de procedimentos que utilizamos para realizar e concretizar uma obra, e no qual aplicamos nossos conhecimentosApresenta-se sob variadas formas como as artes plásticas, a música, o cinema, teatro, dança, arquitetura etc.
Pode ser vista ou percebida pelo homem de três maneiras: visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais). Hoje alguns tipos de arte permitem que o expectador participe da obra, como a que desenvolvo nas diversas comunidades, onde ele deixa o seu lugar de apreciador e passa a ser participante não só do desenvolvimento, mas também da criação. Os artistas precisam da criatividade e da técnica para comunicar-se e eu não só faço uso da técnica e da arte, mas também me lanço como ouvinte colhendo informações que são devolvidas em forma de provocações sensoriais que despertam a criatividade individual dos participantes das oficinas dando a ele subsídios e noções para a concretização do trabalho artístico.

Nós, seres humanos, criamos objetos ate para satisfazer as nossas necessidades práticas, como as ferramentas para cavar a terra e outros utensílios. Os objetos são criados por serem interessantes ou possuírem um caráter instrutivo.
Criamos a arte como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensamos, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas eu acredito que a arte tem o poder de transformar pensamentos em atitudes concretas quando se exterioriza quer na criação e interpretação de um texto ou na confecção de um objeto artístico. Você já se perguntou por que o mundo necessita de arte ou porque criamos objetos artísticos? Eu diria que a função da arte pode ser... Decorar o mundo... Exteriorizar o nosso mundo... Para ajudar no dia-a-dia (utilitária)... Para explicar e descrever a história... Para ser usada na cura doenças... Para ajuda a explorar o mundo... E como podemos entender a obra de arte?
O que vemos quando admiramos uma obra de arte depende da nossa experiência e conhecimentos, da nossa disposição no momento, imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar cada um com seu estilo e linguagem!
Estilo é como o trabalho se mostra, depois do artista ter tomado suas decisões. Cada artista possui um estilo próprio o que o diferencia dos demais. Imagine se todas as peças de arte feitas até hoje fossem expostas num único local. Nunca conseguiríamos ver quem fez o que, quando e como. Os artistas e as pessoas que registram as mudanças na forma de se fazer arte, no caso os críticos e historiadores, costumam classificá-las por categorias e rotulá-las. É um procedimento comum na arte ocidental, por exemplo: Renascimento, Impressionismo, Cubismo, Surrealismo, etc. Assim nos possibilita ver as transformações do mundo através da arte, podemos verificar que tipo de arte foi feita, quando, onde o como.
Desta maneira estaremos dialogando com a obra de arte, e assim podemos entender as mudanças que o mundo teve e como as idéias se espalham pelo mundo. Exploradores, antropólogos, arqueólogos, astrônomos e artistas costumam apresentar às pessoas idéias de outras culturas. Os progressos na tecnologia também difundiram técnicas e teorias. Elas se espalham através da arqueologia, quando se descobriram objetos de outras civilizações; pela fotografia, a arte passou a ser reproduzida e alguns anos à frente as publicações já tinham fotos; pelo rádio e televisão ( o rádio foi inventado em 1895 e a televisão em 1926), permitindo que as idéias fossem transmitidas por todo o mundo rapidamente, os estilos de arte podem ser observados, e as teorias debatidas as técnicas compartilhadas; pela imprensa, que foi inventada por Johann Guttenberg por volta de 1450, assim os livros e arte podiam ser impressos e distribuídos em grande quantidade; nos nossos dias pela internet, alguns artistas como eu colocam suas obras em exposição permanente na rede a disposição de pesquisas e podemos compartilhar de novas experiências, bem como saber sobre outros estilos.
Com a variedade e a riqueza de recursos que hoje se dispõe constata-se uma enorme estrutura de linguagem da qual podemos empenhar com ação transformadora e criativa sobre os diversos materiais: Metal, pedra, madeira, borracha, resina, vidro, PVC, e uma infinidade de fragmentos e materiais reciclados. O resultado dessa mistura são peças de qualidade onde se procura o equilíbrio entre as escolhas de linguagem com a geometria e a matemática e as formas abstratas e o encontro instintivo com as formas orgânicas.
Minha pesquisa estética atual não se limita apenas aos estímulos do olho e do tato. Através dos Toys que desenvolvi para as oficinas “Quadrilátero Poético”, ao qual dou o nome de Lançador de Palavras, com eles há a possibilidade de interagir com as palavras. Foram criado para serem suportes de palavras um suporte poético, me atrevo a dizer que são pontes entre o imaginário e o real, entre os Poetas e os membros das comunidades, servem de janelas, portas para que entremos ou ousamos entrar e trazer para fora nossa criatividade em palavras poéticas. E em objetos que nos levem ao lúdico e poético mundo do faz de conta da nossa infância, resgatando nosso direito de imaginar e sonhar, de errar e refazer, recomeçar, realizar, brincando com nossas crenças e costumes, com nossas poesias dos quatro cantos, do fogo da água, do ar e da terra, em que o observador pode tocar ver e ler a obra e o resultado de suas ações de expectador para participante criador criativo.


Piassa&Piassa®
By
Studio&Piassa®

Piassa®...
Artista Plástico e Historiador titular da cadeira 41 do I. G. G. C. Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Campinas, autor do “Projeto Fragmentos Étnico Arqueológico” e criador dos Totens “ Pergaminho Filosófica Cultural ” que identifica os Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva e criador do Toy Lançador de Palavras Piassa'S Toy® Um suporte para a poesia concreta do projeto “Quadrilátero Poético”.

sábado, 26 de setembro de 2009

"Piassa Documentara Caravana da Cidadania Cultural Através Oficinas Poética".



Caravana da Cidadania Cultural


O Ministério da Cultura visitará 16 estados para mapear a diversidade cultural brasileira.

São Francisco do Conde, no Recôncavo Baiano, foi o município escolhido para o pré-lançamento do projeto Caravana da Cidadania Cultural, uma promoção do Ministério da Cultura, em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IRFN) e instituições federais de vários estados.



Estarão presentes no evento - que acontecerá nesta quinta-feira, 20 de agosto, das 10h às 12h, no Mercado Cultural e na Universidade Estadual de Feira de Santana - o ministro da Cultura, Juca Ferreira, e os 54 prefeitos dos municípios da região. Pelo MinC, também participam o secretário executivo Alfredo Manevy, os secretários Célio Turino (Cidadania Cultural), Silvana Meireles (Articulação Institucional) e Américo Córdula (Identidade e Diversidade Cultural), e a chefe da Representação Regional Nordeste, Tarciana Portela, dentre outros.

A Caravana da Cidadania insere-se nas ações dos programas Mais Cultura e Cultura Viva, do Ministério da Cultura, e tem como objetivo fortalecer a memória, a história, a identidade e a diversidade cultural das diversas regiões do país.


A proposta é promover uma grande mobilização em torno de discussões sobre o papel da Cultura na sociedade globalizada, envolvendo o poder público nas instâncias estadual e municipal, além de grupos culturais, instituições de ensino e pesquisa, e Pontos de Cultura.

Em todas as edições do projeto serão realizadas apresentações de grupos locais e nacionais, palestras, exposições e oficinas de arte. Segundo dados do MinC, essa exclusão se manifesta no fato de, por exemplo, mais de 90% dos municípios brasileiros não possuírem salas de cinema.

Serão percorridas, até março de 2010, 18 cidades em 16 estados do país. As localidades foram previamente selecionadas e receberão, ainda, visitas de técnicos para a elaboração de um levantamento sociocultural com vistas a fortalecer as manifestações artísticas locais, assim como a catalogação para o desenvolvimento de políticas públicas para a área. O artista Plástico Piassa que tem como principio de trabalho a interação com as comunidades, criou para essa caravana, oficinas poéticas que irão registrar a poética das imagens e a poesia das palavras das comunidades visitadas, permitindo aos participantes interações com seus costumes regionais de escrita e de palavras. Que terão como suporte alguns elementos que permitem uma plasticidade de interações estéticas em sua superfície, permitindo criar indefinidamente objetos de arte que no final da caravana serão montados em Brasília como um marco da integração do Ministério da Cultura com o homem cidadão brasileiro em sua maneira de se expressar e pensar sua cultura suas escolhas seus costumes.





Caravana da Cidadania Cultural

A iniciativa acontecerá de forma itinerante percorrendo municípios de todas as regiões brasileiras. Em torno desses serão agregadas diversas outras cidades de pequeno e médio porte. O projeto vai garantir à população o acesso aos bens culturais e aos meios de produção artística, estimulando a diversidade cultural e o intercâmbio entre grupos.

Fazem parte da metodologia o mapeamento das manifestações culturais locais, mobilização de artistas, grupos e Pontos de Cultura, construção de parcerias, ocupação de espaços públicos, mobilização de gestores públicos, realização de atividades culturais e educativas, ocupação de espaços nos veículos de comunicação, documentação das ações que deverão gerar um documentário cinematográfico e fotográfico sobre as Caravanas realizadas e, finalmente, a publicação de um livro com textos e imagens sobre o projeto.



Mais Cultura e Cultura Viva na Bahia

A Bahia foi o primeiro estado a aderir ao Mais Cultura, Programa que tem como objetivo democratizar o acesso da população a bens e serviços culturais. Em 2008, foram investidos no estado cerca de R$ 13 milhões, dos quais R$ 3 milhões (primeira parcela de três) destinados para apoiar 150 Pontos de Cultura, R$ 6,5 milhões para a implantação de 101 bibliotecas públicas municipais e R$ 2 milhões para a modernização de outras 36 unidades.

No Recôncavo Baiano, destaca-se a implantação de 11 bibliotecas e a modernização de outras sete, e recursos para 17 Pontos de Cultura, conveniados com o Programa Cultura Viva, e 17 Pontos de Leitura. Para 2009, com a descentralização das ações do Mais Cultura, os investimentos na Bahia devem saltar para R$ 26,8 milhões, sendo R$ 17,9 milhões do MinC e R$ 9 milhões do governo estadual.

Microprojetos - De forma inédita, o Mais Cultura está disponibilizando crédito para financiar projetos culturais voltados aos jovens do Semiárido entre 17 e 29 anos. Na Bahia, são 281 municípios que podem participar do edital Microprojetos Mais Cultura,
com investimento de R$ 3 milhões. Desses, 11 municípios estão localizados no Recôncavo Baiano

. Os projetos podem ser enviados até o próximo

dia 9 de setembro.


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Kazimir Severinovich Malevitch


Piassa...
Pintor e projetista russo (23/2/1878-15/5/1935). Reconhecido como um dos precursores da arte abstrata geométrica. Kazimir Severinovich Malevitch nasce em Kiev, na Ucrânia, e estuda pintura na cidade. Segue o estilo pós-impressionista no início da carreira, mas, por volta de 1912, compõe imagens de camponeses em estilo geométrico e pinturas de inspiração cubista, como O Amolador de Facas (1912).
Inaugura em 1913 o movimento suprematista, que leva a simplicidade para a arte geométrica. As pinturas dessa fase só são mostradas em 1915, em Moscou, onde produz confusão entre o público sobre o que identificar como a parte de cima e a de baixo de determinada figura.

Dedica-se ao ensino e à construção de modelos tridimensionais, contribuindo com isso para o surgimento do construtivismo. Em 1922 muda-se para Leningrado, atual São Petersburgo. Vai a Berlim em 1927 para acompanhar a exposição de suas obras na escola Bauhaus.
No final da década de 20, retoma o figurativo, mas perde o apoio do sistema político soviético, que exige a conversão dos artistas ao realismo socialista. Morre pobre e esquecido em Leningrado.

POESIA CONCRETA.

POESIA-CONCRETA: TENSÃO DE PALAVRAS-COISAS NO ESPAÇO-TEMPO.

Diálogo a Dois
“A Angústia, Augusto, esse leão de areia”
Décio Pignatari

A Angústia, Augusto, esse leão de areia
Que se abebera em tuas mãos de tuas mãos
E que desdenha a fronte que lhe ofertas
(Em tuas mãos de tuas mãos por tuas mãos)
E há de chegar paciente ao nervo dos teus olhos,
É o Morto que se fecha em tua pele?
O Expulso do teu corpo no teu corpo?
A Pedra que se rompe dos teus pulsos?
A Areia areia apenas mais o vento?
A Angústia, Pignatari, Oleiro de Ouro,
Esse leão de areia digo este leão
(Ah! O longo olhar sereno em que nos empenhamos,
Que é como se eu me estrangulasse com os olhos)
De sangue:
Eu mesmo, além do espelho.

O Vivo
Não queiras ser mais vivo do que és morto.
As sempre-vivas morrem diariamente
Pisadas por teus pés enquanto nasces.
Não queiras ser mais morto do que és vivo.
As mortas-vivas rompem as mortalhas
Miram-se umas nas outras e retornam
(Seus cabelos azuis, como arrastam o vento!)
Para amassar o pão da própria carne.
Ó vivo-morto que escarnecem as paredes,
Queres ouvir e falas.
Queres morrer e dormes.
Há muito que as espadas
Te atravessando lentamente lado a lado
Partiram tua voz. Sorris.
Queres morrer e morres.

Pós Tudo


Sim

sim
poeta
infin
itesi
(tmese)
mal
(em tese)
existe
e se mani-
(ainda)
festa
nesta
ani
(triste)
mal
espécie
que lhe é
funesta



se
tem
fome

come
fama
como
cama
leão
come
ar


al
moço
antes
doce
do
intes
tino
fino
ao
gr
osso

mais
baixo
que
o
lixeiro
que
cheira
a
lixo
mas
ao
menos
tem
cheiro
o
poeta
lagartixa
no
escuro
bicho
inodoro
e
solitário
em
seu
labor
atório
sem
sol
ou
sal
ário


Poesia concreta: Um manifesto

Poemóbiles "Abre"

A poesia concreta começa por assumir uma responsabilidade total perante a linguagem: aceitando o pressuposto do idioma históricocomo núcleo indispensável de comunicação, recusa-se a absorver as palavras com meros veículos indiferentes, sem vida sem personalidade sem história - túmulos-tabu com que a convenção insiste em sepultar a idéia.
O poeta concreto não volta a face às palavras, não lhes lança olhares oblíquos: vai direto ao seu centro, para viver e vivificar a sua facticidade.
O poeta concreto vê a palavra em si mesma - campo magnético de possibilidades - como um
"Incomunicable"
objeto dinâmico, uma célula viva, um organismo completo, com propriedades psicofisicoquímicas tacto antenas circulação coraação: viva.

Longe de procurar evadir-se da realidade ou iludí-la, pretende a poesia concreta, contra a introspecção autodebilitante e contra o realismo simplista e simplório, situar-se de frente para as coisas, aberta, em posição de realismo absoluto.

O velho alicerce formal e silogístico-discursivo, fortemente abalado no começo do século, voltou a servir de escora às ruínas de uma poética comprometida, híbrido anacrônico de coração atômico e couraça medieval.
Contra a organização sintática perspectivista, onde as palavras vêm sentar-se como "cadáveres em banquete", a poesia concreta opõe um novo sentido de estrutura, capaz de, no momento histórico, captar, sem desgaste ou regressão, o cerne da experiência humana poetizável.

Mallarmé (un coup de dés-1897), joyce (finnegans wake), pound (cantos-ideograma), cummings e, num segundo plano, apollinaire (calligrammes) e as tentativas experimentais futuristasdadaistas estão na raíz do novo procedimento poético, que tende a imporse à organização convencional cuja unidade formal é o verso (livre inclusive).

O poema concreto ou ideograma passa a ser um campo relacional de funções.

O núcleo poético é posto em evidencia não mais pelo encadeamento sucessivo e linear de versos, mas por um sistema de relações e equilíbrios entre quaisquer parses do poema.

Funções-relações gráfico-fonéticas ("fatores de proximidade e semelhança") e o uso substantivo do espaço como elemento de composição entretêm uma dialética simultânea de olho e fôlego, que, aliada à síntese ideogrâmica do significado, cria uma totalidade sensível "verbivocovisual", de modo a justapor palavras e experiência num estreito colamento fenomenológico, antes impossível.

Augusto de Campos
(São Paulo SP, 1931)
Formou-se em Direito na Universidade de São Paulo, em 1953 , mesmo ano em que compôs a série de poemas em cores Poetamenos, primeira manifestação da poesia concreta brasileira. Na época, ele já integrava o Grupo Noigandres, do qual fora fundador, com Décio Pignatari e Haroldo de Campos. Em 1956 e 1957, participaria do lançamento oficial da Poesia Concreta na I Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/SP e no saguão do MEC/RJ; em 1958, publicaria o Plano-Piloto para Poesia Concreta, em co-autoria com Haroldo de Campos e Décio Pignatari. Nos anos seguintes, publicou estudos críticos e teóricos, além de traduções e poesia. Em 1984, iniciou sua produção de poemas em computador e novos meios tecnológicos. Suas obras poéticas mais recentes são Despoesia e Poema Avulso (1994). Poeta fundador do movimento concretista, Augusto de Campos utiliza recursos visuais, acústicos, de movimento e de disposição espacial dos versos em diferentes suportes de leitura para propor uma nova sintaxe estrutural para a poesia.
(publicado originalmente na revista ad - arquitetura e decoração, são paulo, novembro/dezembro de 1956, n° 20)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

"CONCRETISMO"

Lygia Clark Neoconcreta
O concretismo não tem intenção alguma em retratar o “mundo visível”. Esse tipo de arte traz, na verdade, uma nova concepção de ver o mundo. As relações entre formas se estruturam de maneira inusitada, formando um tipo de “célula” que se constrói diariamente, fazendo uso das formas geométricas que nos rodeiam. Esta “célula de construção” dá ritmo ao olhar pacatamente cotidiano.


Literatura
O concetrismo literário apresenta nuances dadaístas, futuristas e surrealistas, ao menos no que respeita à exaltação e criativadade do Fazer poético. Os estudos semióticos de Pierce (e sua busca constante pelo significado dos signos) também foram extremamente importantes para a feitura da poesia concreta.
O marco inicial desse fenômeno artístico é creditado ao ano de 1897, tendo como ponto forte o poema desconcertante “Un coup de dés” de Mallarmé (a estrutura verbo-visual do poema é quem “comunica” algo, não sua temática). Posteriormente Marinetti (panfletário do Futurismo), Apollinare (que gravitou pelo Realismo, Simbolismo, Cubismo e acabou morrendo de Gripe Espanhola…), Pound (criador do Imagismo e Vorticismo, precursores do Concretismo), Joyce (e sua desintegração sintático-semântica, essa, óbvio é do Bosi) … e, em língua portuguesa, carinhas nada importantes tais como Drummond, Pessoa (em pessoa), João Cabral de Melo Neto e Sousândrade… fizeram parte do legado “genético” do Concretismo.

O que importa é a visão! Mas, apenas isso? Não! Os planos verbo-visuais se entrelaçam, arraigando-se a outros campos. A “provocação” concretista se instaura nos seguintes segmentos:
Sintático: estratificação das partes o discurso; justaposição; ruptura da sintaxe convencional, ausência de pontuação …

Léxico: uso de neologismos e siglas…

Semântico: ideogramas; trocadilhos; polissemia…

Fonético: jogos soronos; preferência aos grupos de consoantes; aliteração; assonância…

Morfológico: sepração dos radicais, dos prefixos, uso exaustivo de determinados morfemas…

Topográfico: não-linearidade; abolição do verso…uso de constelações (experimentos espaciais)…

Enquanto expressão marcante e vívida das Vanguardas Estéticas, o Concretismo, aparentemente supra-lógico (sabemos, entretanto, que a produção concretista se baseia no raciocínio lógico), configurou-se também como um movimento crítico mordaz. No Brasil, o Concretismo se fez forte na década de 50 e teve a importante contribuição dos irmãos Campos, bem como de Pignatari, por exemplo.




“Terra”














“Beba Coca-cola” Décio Pignatari

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

ECO EXPEDIÇÂO BRASIL SERA DOCUMENTADA COM TOTEM DE PIASSA.


TOTEM ECO REVOLUÇÃO "PERGAMINHO DE INTENÇÕES PELA JUSTIÇA CLIMÁTICA E A CULTURA DE PAZ"
http://www.youtube.com/watch?v=os2bLKn_9pU

Apresentação da ECO EXPEDIÇÃO BRASIL 2009
Copenhagen pela justiça climática
Responsável pelo projeto: CONSÓRCIO ECO EXPEDIÇÃO

A Eco Expedição Brasil partirá no dia 08 de outubro de 2009 do Brasil, atravessará o oceano Atlântico, chegando ao continente Africano, e por terra cruzará a Europa rumo a Copenhagen, com data prevista de chegada no início de dezembro de 2009. Entre os dias 7 e 18 de dezembro ocorrerá a 15a. Conferência das Partes (COP 15) da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima em Copenhagen, na qual os participantes da Eco Expedição Brasil estarão presentes.
A proposta da ECO EXPEDIÇÃO BRASIL, rumo à Copenhagen pela Justiça Climática é mostrar ao mundo de modo construtivo que se as decisões cruciais ao meio ambiente não forem tomadas durante a reunião COP 15 que será realizada na cidade de Copenhagen em Dezembro deste ano, conseqüências totalmente irreversíveis ao meio ambiente e à humanidade já serão percebidas nos próximos cinco anos através dos danos causados pela falta de uma atitude correta e responsável por parte de governos ao redor do mundo.

Nesta reunião, representantes de mais de 200 países estarão no mês de Dezembro em Copenhagen entre os dias 7 e 18, para um dos encontros mais importantes na história, a 15a.Conferência das Partes (COP 15) da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. A sua realização é aguardada com grande expectativa e esperança por todos no mundo que se preocupam com as mudanças climáticas e seus impactos no planeta.





A ECO EXPEDIÇÃO BRASIL contara com a participação do Artista Plástico e Historiador Piassa que ao longo da expedição ira construir com as comunidades de todos os pais visitado um Totem que terá internamente em uma cápsula um pergaminho com as intenções e reivindicações dos participante na obra coletiva onde ficara um documental pergaminho e sua cópia será levado pela expedição para a COP15 isso irá dar mais visibilidade e oportunidade de cada participante de interagir com a expedição tornando se parte dela a cada percurso promovendo a conscientização internacional sobre a importância de a sociedade mundial cobrar soluções e atitudes coletivas nesta COP 15 e para que sejam tomadas ações que mobilizem o senso geral internacional.

De modo a atrair a atenção mundial, a ECO EXPEDIÇÃO BRASIL passará com seis veículos customizados por três continentes em um período de 50 dias e discutirão em grandes cidades do mundo, as oportunidades, alternativas e principalmente proporá a conscientização da população internacional e a necessidade de se buscar novas práticas e meios de se reduzir as causas do aquecimento global.

Com uma equipe multidisciplinar, a ECO EXPEDIÇÃO BRASIL levará a 25 cidades do mundo pelas quais a comitiva passará a preocupação e a necessidade de questionamento das atividades globais que causam o aquecimento global através de 25 fóruns onde as realidades locais de cada região serão levadas em consideração a fim de proporcionar repercussão internacional e poder apresentar o Brasil como um potencial fornecedor de soluções junto às autoridades locais, empresários, líderes comunitários, personalidades e a imprensa nacional local.



A ECO EXPEDIÇÃO BRASIL busca tornar se uma referência nas atividades de conscientização internacional pela justiça climática e terá a mídia espontânea como grande aliada, uma vez que a estratégia de comunicação deste evento trabalhará regionalmente nos 12 países com a mídia local e internacionalmente com veículos de comunicação de renome internacional, o que dará aos nossos patrocinadores a visibilidade, credibilidade e principalmente, a oportunidade de estarem aliando suas marcas a um evento internacional que os identificarão como empresas preocupadas e ativas na luta pela justiça climática.

O Planeta está em risco iminente e é necessário agir rapidamente para combater as alterações do clima. Os impactos que já se manifestam são alarmantes e os cenários sobre o nosso futuro são assustadores: 19 dos 20 anos mais quentes da história do planeta foram registrados desde 1980, 1 milhão de espécies ao redor do mundo poderá extinguir-se até 2050, a desertificação, escassez de água, cheias e inundações estão cada vez mais freqüentes nos noticiários nacionais e internacionais. Se nada for realizado para conter estes efeitos, milhões de pessoas em todo o mundo serão afetadas, sobretudo nas regiões mais pobres do planeta com migrações forçadas, doenças, pobreza e fome.

A Justiça Climática pode ser entendida como a busca de resposta às situações de desigualdade que se instauram entre regiões e países ao redor do, entre grupos sociais, e, também, sobre um modelo de produção e de consumo, que impactou de tal modo o planeta que provocou a crise climática atual.

A mudança climática afeta diretamente a todos no mundo, entretanto, uns estão sendo mais afetados do que outros por morarem em áreas de risco, por perderem suas fontes de renda, por não terem condições de reconstruir suas vidas no mesmo lugar onde sofreram alguma catástrofe climática e até mesmo, por migrarem para outra área em condições que lhes permitem a mesma qualidade de vida ou de cuidarem dos problemas de saúde resultantes dessas mudanças climáticas.

Os países mais pobres e os emergentes são as principais vítimas da injustiça climática por parte dos países industrializados, que, historicamente, foram os primeiros responsáveis por nos levar a esta situação. Entretanto, os países pobres e emergentes não podem se eximir das suas responsabilidades, uma vez que governos, setor privado e boa parte das suas sociedades buscam copiar o mesmo modelo dos países desenvolvidos e, segundo, porque repetem no seu interior as desigualdades já conhecidas.



A 1ª. ECO EXPEDIÇÃO BRASIL é organizada pelo Consórcio que abrange o Instituto Árvore da Vida, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, que trabalha em prol da conscientização ambiental e cultural da sociedade, do Grupo Green CO2 Projetos Ambientais LTDA que atua com produtos e serviços em consultoria e projetos ambientais, além de compensação de emissões de poluentes através do plantio de árvores na floresta amazônica e do Grupo de Mídia Ecoturismo, que possui jornal, revista e agora uma TV digital, que é especializado há mais de 18 anos no segmento de turismo, meio ambiente, sustentabilidade e direito ambiental.

O evento atrairá a atenção de milhares de pessoas do Brasil e também ao redor do mundo, uma vez que levaremos os 25 fóruns de discussão pela justiça climática para as seguintes cidades em 3 continentes:
No Brasil (representando o continente americano):
Em Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro
Na África:
Em Tanger, no Marrocos
Na Europa:
Espanha: Sevilha, Salamanca, Madrid;
Portugal: Lisboa, Sintra e Cidade do Porto;
França: Bordeaux, La Rochelle, Nantes e Paris;
Inglaterra: Londres;
Bélgica: Bruxelas;
Holanda: Amsterdam;
Luxemburgo: Luxemburgo;
Alemanha: Hannover, Berlin, Frankfurt, Hamburg, Kiel;
Dinamarca: Copenhagen

Neste percurso serão mobilizados recursos para amplo debate e participação de representações locais, autoridades e população em geral. Pretende-se deste modo alertar e informar sobre as principais causas do aquecimento global e dar início à formação de Fóruns Locais que possam exercer o controle social relativo à Justiça Climática perante o mundo, bem como oficializar a participação de líderes políticos em ações efetivas na implantação de políticas públicas que visem à justiça climática. Estes Fóruns serão liderados por autoridades locais e representações da sociedade civil organizada. Será proposto um acompanhamento relativo à justiça climática que poderá informar a situação dos povos situados em todos os continentes do planeta. Para tal ação a Eco Expedição Brasil passará a ter a adesão de todos os interessados em participar ativamente deste movimento. O Consórcio Eco Expedição almeja convidar a todos que possam contribuir para o controle e acompanhamento da situação global, formando uma rede mundial de informação e ações em benefício do planeta.

A EcoExpedição Brasil 2009 rumo à COP 15 será o ponto inicial de uma grande jornada que se repetirá anualmente em rotas diferenciadas de modo que o maior número possível de populações possam ser atendidas. Será elaborado um documento denominado “Diário de Bordo” onde as informações coletadas serão de cunho sócio ambiental, dando condições para a detecção de um panorama global relativo às mudanças climáticas e sua íntima relação com a justiça climática, funcionando como um indicador de equidade ou não das condições dos povos visitados sobre o direito como cidadãos planetários à justiça climática. Este tema envolve o acesso à água, à moradia, ao alimento e todas as demais condições necessárias à dignidade humana de acordo com a ONU (Direitos Humanos).

http://www.studiopiassa.blogspot.com/

http://www.ongiav.blogspot.com/

"ECO EXPEDIÇÂO BRASIL"


Apresentação da ECO EXPEDIÇÃO BRASIL 2009
Copenhagen pela justiça climática
Responsável pelo projeto: CONSÓRCIO ECO EXPEDIÇÃO


A Eco Expedição Brasil partirá no dia 08 de outubro de 2009 do Brasil, atravessará o oceano Atlântico, chegando ao continente Africano, e por terra cruzará a Europa rumo a Copenhagen,com data prevista de chegada no início de dezembro de 2009. Entre os dias 7 e 18 de dezembro ocorrerá a 15a. Conferência das Partes (COP 15) da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima em Copenhagen, na qual os participantes da Eco Expedição Brasil estarão presentes.
A proposta da ECO EXPEDIÇÃO BRASIL, rumo à Copenhagen pela Justiça Climática é mostrar ao mundo de modo construtivo que se as decisões cruciais ao meio ambiente não forem tomadas durante a reunião COP 15 que será realizada na cidade de Copenhagen em Dezembro deste ano, conseqüências totalmente irreversíveis ao meio ambiente e à humanidade já serão percebidas nos próximos 5 anos através dos danos causados pela falta de uma atitude correta e responsável por parte de governos ao redor do mundo.

Nesta reunião, representantes de mais de 200 países estarão no mês de Dezembro em Copenhagen entre os dias 7 e 18, para um dos encontros mais importantes na história, a 15a.Conferência das Partes (COP 15) da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. A sua realização é aguardada com grande expectativa e esperança por todos no mundo que se preocupam com as mudanças climáticas e seus impactos no planeta.



A ECO EXPEDIÇÃO BRASIL contara com a participação do artista plastico e Historiador Piassa que ao longo da expedição ira contruir com as comunidades de cada pais visitado um Totem que tere internamente em uma capsula um pergaminho dos com as intenções e reivindicaçoes de participante desa obra coletiva onde ficara um documental pergaminho e sua copía sera levodo pela expedição para a COP15 isso irá dar mais visibilidade e oportunidade de cada participante de interagim com a espedição fazendo de parte dela a cada percurso promoveendo a conscientização internacional sobre a importância da sociedade mundial cobrar soluções e atitudes coletivas nesta COP 15 e para que sejam tomadas ações que mobilizem o senso geral internacional.

De modo a atrair a atenção mundial, a ECO EXPEDIÇÃO BRASIL passará com 6 veículos customizados por 3 continentes em um período de 50 dias e discutirá em grandes cidades do mundo, as oportunidades, alternativas e principalmente proporá a conscientização da população internacional e a necessidade de se buscar novas práticas e meios de se reduzir as causas do aquecimento global.

Com uma equipe multidisciplinar, a ECO EXPEDIÇÃO BRASIL levará a 25 cidades do mundo pelas quais a comitiva passará a preocupação e a necessidade de questionamento das atividades globais que causam o aquecimento global através de 25 fóruns onde as realidades locais de cada região serão levadas em consideração a fim de proporcionar repercussão internacional e poder apresentar o Brasil como um potencial fornecedor de soluções junto às autoridades locais, empresários, líderes comunitários, personalidades e a imprensa nacional local.

A ECO EXPEDIÇÃO BRASIL busca tornar se uma referência nas atividades de conscientização internacional pela justiça climática e terá a mídia espontânea como grande aliada, uma vez que a estratégia de comunicação deste evento trabalhará regionalmente nos 12 países com a mídia local e internacionalmente com veículos de comunicação de renome internacional, o que dará aos nossos patrocinadores a visibilidade, credibilidade e principalmente, a oportunidade de estarem aliando suas marcas a um evento internacional que os identificarão como empresas preocupadas e ativas na luta pela justiça climática.

O Planeta está em risco iminente e é necessário agir rapidamente para combater as alterações do clima. Os impactos que já se manifestam são alarmantes e os cenários sobre o nosso futuro são assustadores: 19 dos 20 anos mais quentes da história do planeta foram registrados desde 1980, 1 milhão de espécies ao redor do mundo poderá extinguir-se até 2050, a desertificação, escassez de água, cheias e inundações estão cada vez mais freqüentes nos noticiários nacionais e internacionais. Se nada for realizado para conter estes efeitos, milhões de pessoas em todo o mundo serão afetadas, sobretudo nas regiões mais pobres do planeta com migrações forçadas, doenças, pobreza e fome.

A Justiça Climática pode ser entendida como a busca de resposta às situações de desigualdade que se instauram entre regiões e países ao redor do, entre grupos sociais, e, também, sobre um modelo de produção e de consumo, que impactou de tal modo o planeta que provocou a crise climática atual.

A mudança climática afeta diretamente a todos no mundo, entretanto, uns estão sendo mais afetados do que outros por morarem em áreas de risco, por perderem suas fontes de renda, por não terem condições de reconstruir suas vidas no mesmo lugar onde sofreram alguma catástrofe climática e até mesmo, por migrarem para outra área em condições que lhes permitem a mesma qualidade de vida ou de cuidarem dos problemas de saúde resultantes dessas mudanças climáticas.

Os países mais pobres e os emergentes são as principais vítimas da injustiça climática por parte dos países industrializados, que, historicamente, foram os primeiros responsáveis por nos levar a esta situação. Entretanto, os países pobres e emergentes não podem se eximir das suas responsabilidades, uma vez que governos, setor privado e boa parte das suas sociedades buscam copiar o mesmo modelo dos países desenvolvidos e, segundo, porque repetem no seu interior as desigualdades já conhecidas.

A 1ª. ECO EXPEDIÇÃO BRASIL é organizada pelo Consórcio que abrange o Instituto Árvore da Vida, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, que trabalha em prol da conscientização ambiental e cultural da sociedade, do Grupo Green CO2 Projetos Ambientais LTDA que atua com produtos e serviços em consultoria e projetos ambientais, além de compensação de emissões de poluentes através do plantio de árvores na floresta amazônica e do Grupo de Mídia Ecoturismo, que possui jornal, revista e agora uma TV digital, que é especializado há mais de 18 anos no segmento de turismo, meio ambiente, sustentabilidade e direito ambiental.

O evento atrairá a atenção de milhares de pessoas do Brasil e também ao redor do mundo, uma vez que levaremos os 25 fóruns de discussão pela justiça climática para as seguintes cidades em 3 continentes:
No Brasil (representando o continente americano):
Em Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro
Na África:
Em Tanger, no Marrocos
Na Europa:
Espanha: Sevilha, Salamanca, Madrid;
Portugal: Lisboa, Sintra e Cidade do Porto;
França: Bordeaux, La Rochelle, Nantes e Paris;
Inglaterra: Londres;
Bélgica: Bruxelas;
Holanda: Amsterdam;
Luxemburgo: Luxemburgo;
Alemanha: Hannover, Berlin, Frankfurt, Hamburg, Kiel;
Dinamarca: Copenhagen

Neste percurso serão mobilizados recursos para amplo debate e participação de representações locais, autoridades e população em geral. Pretende-se deste modo alertar e informar sobre as principais causas do aquecimento global e dar início à formação de Fóruns Locais que possam exercer o controle social relativo à Justiça Climática perante o mundo, bem como oficializar a participação de líderes políticos em ações efetivas na implantação de políticas públicas que visem à justiça climática. Estes Fóruns serão liderados por autoridades locais e representações da sociedade civil organizada. Será proposto um acompanhamento relativo à justiça climática que poderá informar a situação dos povos situados em todos os continentes do planeta. Para tal ação a Eco Expedição Brasil passará a ter a adesão de todos os interessados em participar ativamente deste movimento. O Consórcio Eco Expedição almeja convidar a todos que possam contribuir para o controle e acompanhamento da situação global, formando uma rede mundial de informação e ações em benefício do planeta.

A EcoExpedição Brasil 2009 rumo à COP 15 será o ponto inicial de uma grande jornada que se repetirá anualmente em rotas diferenciadas de modo que o maior número possível de populações possam ser atendidas. Será elaborado um documento denominado “Diário de Bordo” onde as informações coletadas serão de cunho sócio ambiental, dando condições para a detecção de um panorama global relativo às mudanças climáticas e sua íntima relação com a justiça climática, funcionando como um indicador de equidade ou não das condições dos povos visitados sobre o direito como cidadãos planetários à justiça climática. Este tema envolve o acesso à água, à moradia, ao alimento e todas as demais condições necessárias à dignidade humana de acordo com a ONU (Direitos Humanos).

http://ongiav.blogspot.com.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

H1N1 GRIPE SUINA !


Clic no link:
http://www.respostasgripesuina.com.br/

Clic sobre a imagem abaixo para ampliar e IMPRIMIR uma copia!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

“Interações Estéticas - Residências Artísticas em Ponto de Cultura”

“Interações Estéticas - Residências Artísticas em Ponto de Cultura”
Esta iniciativa integra o Prêmio de Interações
Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.


Piassa...
Inicialmente é necessário esclarecer que estar frente a um processo de avaliação de um Projeto é uma prática profissional nada simples, com várias implicações, pois consiste em um processo de aquisição, elaboração de informação, expressão de um juízo de valor, comunicação a partir da informação coletada e uma autocrítica.

Já que estamos falando de um Projeto de minha própria autoria, o cuidado é em não cometer o erro de superestimar ou subestimar a avaliação. O melhor é fazer na terceira pessoa através de uma visão crítica e artística; determinadas conclusões são apresentadas a seguir:

O conceito de avaliação tem uma amplitude variável de significados possíveis. Os termos mais utilizados por mim, para definir “avaliar” são: valorizar, compreender e estimular a criatividade. Nem todo meu conhecimento como avaliador pode ser considerado idiossincrásico e individual.

É preciso entender o processo natural de criação e dar aos jovens participantes das oficinas a direção, a compreensão e a autenticidade; fazer entender que a partir da simples garatuja é possível se chegar a uma identidade única. Refiro-me a uma avaliação que vai respondendo à medida que vai se esculpindo e trabalhando seu objeto. O avaliador é o mentor e em essência um educador.

Reciprocamente o educador também é um avaliador no momento em que põe toda a sua sensibilidade e a plenitude de sua inteligência na compreensão e no impulso de sua missão. O sucesso do projeto deve ser aquilatado pelo que se aprende dele, através da criação de outrem.



1 ) - Descrição e avaliação do Projeto :

O Totem que denomino de Pergaminho Filosófico Cultural são compostos por colagens, grafismo,



textura e pintura. São interativos e contou com a participação direta  dos membros da comunidade circunvizinha ao Ponto de Cultura CUCA da UNE Salvador Bahia.

a)    - Oficinas:

As oficinas possibilitaram aos participantes uma visão além comunidade, e noção de suas possibilidades artísticas. Fomentou a discussão do papel da  arte contemporânea como meio de inserção na sociedade permitindo traçar a relação do produto que se desenvolvia.


Tudo para levar esses jovens a um ambiente de criação de uma atmosfera onde a vida, a mais comum possível, possa ser vivida e experimentada graficamente.

1b ) – Participante das oficinas:
Foram convidados a expor, cada um a  sua maneira, mediante desenhos coloridos e bem- elaborados  através de simples garatujas ou por colagens,  grafismos e outras eventuais formas conforme a condição sócio-cultural atual.

Todos os membros da comunidade circunvizinha - crianças, jovens, adultos e idosos de ambos os sexos tiveram livre acesso a participação nessa obra interativa.  



Coube-me fazer as provocações sensoriais para despertar a criatividade individual de cada participante.

1c) - A História:
Foi feito no formato de pergaminho o registro individual de cada participante o que permitiu a elaboração desse documento que mais parece ser uma carta ao futuro. A proposta é que depois de certo tempo determinado aleatoriamente (entre dois a cinco anos), desenrolar esses pergaminhos para saber o que os participantes deixaram registrados - se eles evoluíram econômicos, social e culturalmente. Quantos dos seus objetivos foram alcançados? Qual o grau individual e/ou coletivo de progresso (ou retrocesso) que se atingiu? Quem, e o porquê, não saíram do lugar em termos de evolução material e/ou cultural?

1d) - Publico Participante:
O perfil do público participante é em sua maioria composto de jovens das comunidades circunvizinhas das mais variáveis classes sociais e estudantes que já são freqüentadores do Ponto de Cultura já que este é ligado a UNE. Jovens que pela deficiência de cursos livres oferecidos na cidade têm nesses verdadeiros oásis de Cultura Viva a oportunidade de ser e ver o seu talento reconhecido ou aprimorado.
Portanto, é de fundamental importância a elaboração contínua de oficinas de arte que tenham por objetivo a valorização desse cidadão em formação; dando a oportunidade ao participante experimentar, compreender seu próprio feito e se sociabilizar com o meio sem a necessidade de gritar com pichações e outras práticas de pedidos de socorro; muito comum e visível nos jovens de hoje que tem em sua rebeldia simplesmente um pedido de ajuda; e que encontram nesses Pontos de Cultura a resposta a muitas de suas indagações não só de o que fazer, mas de quem sou eu e a que presto a essa sociedade.

2) - Descrição e avaliação em relação á interação do projeto com a dinâmica de ações do Ponto de Cultura.

2a) - Coordenador do Ponto de Cultura :
Sobre esse trabalho o coordenador do CUCA Luis Antonio Parras frisou em uma de suas citações onde faz o seguinte comentário sobre a abordagem e a oficina de Piassa: Ela pode ser considerada como a visão contemporânea do ensino da arte, relacionada à arte como objeto do saber. Baseia-se na construção, elaboração, procurando acrescentar à dimensão do fazer, da experimentação, o direito de errar e a possibilidade de acesso e de entendimento do patrimônio cultural humano. O que se pretende alcançar com esse método é a função primordial da arte-educação, a formação estética dos indivíduos que os leve a um entendimento da gramática visual e uma reflexão acerca das imagens, tanto na arte, quanto em seu meio. No meio escolar, segundo Piassa deveria haver um currículo que interligue o fazer artístico, a história da arte e a análise da obra de arte, no qual a criança organizasse suas necessidades, seus interesses em respeito ao seu desenvolvimento. Ao mesmo tempo seria respeitada a matéria a serem aprendidas seus valores, sua estrutura e sua contribuição específica para a cultura.


2b)- A Dinâmica e a compreensão:
A compreensão da produção artística contemporânea tem se revelado fator essencial para o futuro dos jovens que tiveram a oportunidade de vivenciar através da arte a socialização com o meio. Através de artistas contemporâneos como Piassa, viabilizamos a possibilidade de realização e concretização de um trabalho de qualidade. Nesse sentido, torna-se fundamental que nossos jovens freqüentadores do Ponto de Cultura tenham conhecimento do desenvolvimento do processo criativo em sua própria comunidade. Trazendo artistas contemporâneos de outros estados para dentro do Ponto de Cultura, possibilitamos um contato direto da comunidade, com a sua produção e seu processo criativo. Alem disso, foi possível para os nossos jovens empreender discussões sobre os problemas que envolvem a produção artística de uma maneira geral, tendo como interlocutor o próprio artista.


2c)- O Ponto de Cultura e a ações com o Projeto:
Fomentou a discussão sobre artes visuais em geral, arte em comunidade e a historia local e individual proporcionou a comunidade o acesso à produção artística contemporânea, especialmente com a arte desenvolvida por Piassa, através da promoção de encontros com os artistas locais. Documentou a historia local e individual com os depoimentos do artista participante e os membros da nossa comunidade, para num futuro próximo disponibilizar o material e os resultados alcançados à pesquisa.
O projeto do Artista Plástico Piassa visa promover a construção de um novo imaginário, onde ele foca serem os Pontos de Cultura celeiros articuladores da política de paz. Isso vem de encontro com nosso pensamento, ele faz reflexão através da arte que produz sobre a historia que estamos escrevendo como sociedade numa visão Étnica Arqueológica.


3)- Produtos que ficaram no Ponto de Cultura Cuca da Une Salvador Bahia.

Placa de Bronze de setenta centímetros com três esculturas sobrepostas. Uma fazendo uma referencia ao amor outra a Bahia (Capoeirista) e outra a força da UNE como entidade estudantil somando um total de quatro esculturas.

O novo Totem com três metros de altura com Setenta centímetros de largura com um pergaminho interno onde se encontra registrado a historia dos participantes das oficinas.


Placa de Bronze fazendo uma referencia ao Ponto de Cultura CUCA DA UNE.




Placa de Bronze fazendo uma referencia ao Ministério da Cultura.


Placa de Bronze fazendo uma referencia a Fundação Nacional de Arte FUNARTE.



Placa de Bronze fazendo uma referencia a 6º Bienal de Cultura da UNE da qual o Ponto de Cultura CUCA da Une participou como um Ponto móvel com o intuito de divulgar o os Projetos desenvolvidos e os em desenvolvimentos no Ponto de Cultura. Os subprodutos das oficinas como pequenas esculturas, desenhos, maquetes e objetos achamos por bem deixar que os participantes levassem como lembranças, dos dias de oficina no CUCA da UNE 2009, Pois foram por eles desenvolvidas e são eles os grandões dessas pequenas pecas.



“Esta Iniciativa Integra o Prêmio de Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.

Piassa®...
Artista Plástico e Historiador titular da cadeira 41 do I. G. G. C. Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Campinas, autor do “Projeto Fragmentos Étnico Arqueológico”e criador dos Totens “ Pergaminho Filosófica Cultural ” que identifica os Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva.

"MICHEL JACKSON TRIBUTO O GENIO DA POP MUSIC".


Piassa...



Seja qual for a sua opinião sobre Michael Jackson, "Ele era um gênio ... Era uma criança ... Ele era um ícone ... Não era um freak ...," Não é difícil ignorar o fato de que ele foi um homem que foi moldado por suas experiências”.

Michael Jackson disse em uma entrevista "se vocês realmente quiserem ficar a conhecer-me..." vocês devem ouvir a canção mais autobiográfica escrita que eu chamo de "Infância".

Quem era o super-star Michael Jackson? Ousa e leia a letra dessa música isso ira ajudar, a entender a infância sofrida de Michael Jackson!

Em suas próprias palavras: Infância por Michael Jackson


In his own words:

Childhood by Michael Jackson

No one understands me
They view it as such strange eccentricities...
'Cause I keep kidding around
Like a child, but pardon me...

People say I'm not okay
'Cause I love such elementary things...
It's been my fate to compensate,
for the Childhood
I've never known...

Have you seen my Childhood?



I'm searching for that wonder in my youth
Like pirates in adventurous dreams,
Of conquest and kings on the throne...

Before you judge me, try hard to love me,
Look within your heart then ask,
Have you seen my Childhood?

People say I'm strange that way
'Cause I love such elementary things,
It's been my fate to compensate,
for the Childhood (Childhood) I've never known...

Have you seen my Childhood?
I'm searching for that wonder in my youth
Like fantastical stories to share
But the dreams I would dare, watch me fly...

Before you judge me, try hard to love me.
The painful youth I've had

Have you seen my Childhood....


Vesão em Portugues .



Piassa...

Ninguém me entende!





Vocês estranham em me ver como tal excentricidades ...
Porque eu continuo brincando
Como uma criança, mas perdoem-me ...

As pessoas dizem que eu não estou bem
Porque eu amo essas elementar coisas ...

Tem sido o meu destino para compensar,a
Infância Que eu nunca tinha conheci ...

Vocês viram minha infância?

Estou procurando que maravilha em minha juventude
Como piratas aventureiros em sonhos,
Da conquista de reis no trono ...

Antes de me julgar, tente muito é me amar,
Olhem dentro do seu coração, em seguida, se perguntem...

Vocês viram minha infância?

As pessoas dizem que eu sou essa estranha forma
Porque eu adoro essas coisas elementares,
Tem sido o meu destino para compensar,
a Infância que eu nunca tinha conhecido ...

Vocês viram minha infância?

Estou procurando que maravilha em minha juventude
Como sensacional histórias para compartilhar
Mas os sonhos eu teria a ousadia, vê-me voar ...



Antes de me julgar, tente muito é me amar.
A juventude dolorosa que eu tinha

Você viu minha infancia ...



Piassa...




1- http://www.youtube.com/watch?v=Eqn715zIgsI

2-
http://www.youtube.com/watch?v=E4Hcd60VoRM

3-
http://www.youtube.com/watch?v=P06fI4n1MH8

4-
http://www.youtube.com/watch?v=tfnkq4pQ2vE

5-
http://www.youtube.com/watch?v=lWm2G7XOcqI

6-
http://www.youtube.com/watch?v=6gkCfz3cD_g

7-
http://www.youtube.com/watch?v=PWKtrrg7Sg8

8-
http://www.youtube.com/watch?v=4_hz2am90Hk

9-
http://www.youtube.com/watch?v=7hK3Y1Ehv9c

10-
http://www.youtube.com/watch?v=2WjOn5TNjBM

11-
http://www.youtube.com/watch?v=nWAr1FFenp0

12-
http://www.youtube.com/watch?v=vNl2Pm9-7Vk

13-http://www.youtube.com/watch?v=e3wShd_bX8A

14-
http://www.youtube.com/watch?v=sEU9Q8NlOiY

15-
http://www.youtube.com/watch?v=W61Q-EZ8R7M

16-
http://www.youtube.com/watch?v=6dYPNHyobhw

17- http://www.youtube.com/watch?v=lybghW8IQNo

18-
http://www.youtube.com/watch?v=HnnwytKgJiE

19- www.studiopiassa.blogspot.com

20- www.totemdacultura.blogspot.com

quarta-feira, 29 de abril de 2009

BRASILIA TEIA 2008



EM
PROTESTO
AOS
PRODUTORES
DA
TEIA
2008



No 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos, Piassa cria com 15 etnias indigenas um Totem Humano na Bienal de Brasilia DF.

http://www.youtube.com/watch?v=f9uYkzkEH1A PIASSA®



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

“Interações Estéticas - Residências Artísticas em Ponto de Cultura”

“Esta Iniciativa Integra o Prêmio de Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.

PIASSA e o CUCA Salvador BA. na 6º BIENAL da UNE.
http://www.youtube.com/watch?v=UHR0touIwdY PIASSA®
Circuito Universitário de Cultura e Arte – CUCA da UNE.



Projeto Oficina de Interações Estéticas.

Atividades Desenvolvidas.

Primeira Semana.
Foram realizados encontros com os usuários do Ponto de Cultura para se definir as estratégias a serem tomadas e as técnicas que seriam empregadas na elaboração do Totem e do disco de Bronze que seria instalado no solo de Salvador.

Também se definiu a participação na Bienal da UNE 2006, com os produtos desenvolvidos durantes as oficinas e que foram expostos durante a mostra de arte que integrou a Bienal, e que contou com a presença do secretario de Projetos do Ministério da Cultura Célio Turino e da presidente da UNE Lúcia Stumpfa que junto com o secretario nos deu a honra de inaugurar o disco Marco de Bronze produzido durante as oficinas no Ponto de Cultura CUCA da UNE.

Segunda Semana.

Foram realizadas as oficinas de grafismo e definindo a mensagem que seria escrita no disco de Bronze. E se definiu que seria a mensagem que faz parte da palestra sobre as estratégias do amor "Acredito que o amor existe por isso vivo sem grandes conflitos” formamos dois grupos:


Um desenvolveu e definiu como seria esse circulo enquanto o outro ia trabalhando com argila que posteriormente e em tempo recorde foram fundidas em Bronze, o que possibilitou a participação na Bienal.


Terceira Semana.


Participamos da Bienal com os produtos desenvolvidos nas oficinas do Ponto de Cultura CUCA e incrementamos, transferindo a oficina para o local da mostra e abrindo espaço para a participação dos visitantes da mostra que tiveram a oportunidade de interagirem com nossa produção que passaram a criar junto.



O que foi de muita valia já que ouve um entrosamento comunidade Ponto de Cultura e comunidade estudantil de todo o Brasil que aqui estiveram e marcaram presença na 6° Bienal da UNE 2009 quer na oficina do Ponto de Cultura que se instalou na mostra.



Ou na palestras sobre o amor e suas facetas, 1- Agápe amor baseado em princípios amor incondicional, 2- Storgé amor entre familiares, 3- Filía amor entre amigos, 4- Éros amor romântico. Essa palestra se concretizou com a construção de um objeto de arte que serve de identificação e localização dentro da comunidade "Totem Pergaminho Filosófico Cultura" que preserva a Historia local e individual de seus membros num pergaminho que fica na parte interna do corpo do Totem.

Com essas missões e interações estéticas, credito estar contribuindo para dar visibilidade a toda sociedade que os Pontos de Cultura são seleiros e articuladores da Paz, e viabilizar a construção de um imaginário novo, onde possamos transformar o conceito do herói guerreiro no herói pacifista.



A paz já não é uma expressão da vontade dos poderosos, mas uma expressão da vontade coletiva de se viver em paz.

Todos juntos somos uma superpotência se unirmos como sociedade poderemos cada dia mais implementar e ver se concretizar a cultura de paz que tanto desejamos.


Quarta Semana.

Após a participação na Bienal onde nos revezemos já que a mostra abria no período matutino e avançava ao vespertino e ia ate o noturno resolvemos em reunião dar uns dias de descanso a todos os participantes e retornar após o carnaval já que Salvador praticamente para em virtude dessa festa popular. Muitas das experiências adquiridas na Bienal iremos por em pratica, pois convidamos outros artistas que participavam da bienal a interagirem em nossa oficina como o artista plástico Alexandre do Ponto de Cultura do Crato Ceará.


Produtos Gerados:

Produzimos o corpo do
Totem em Polietileno e varias peças em argila que foram fundidas em Bronze alem das inúmeras garatujas, esculturas objetos e desenhos das mais diversas técnicas que iremos direcionar ate o final do projeto.


Resumo da oficina.

As esculturas (Totem) que denomino de Pergaminho Filosófico Cultural são compostos por colagens, grafismo, textura e pintura. São interativos e contam com a participação direta de membros de determinadas comunidades na sua composição.


Promovem uma relação entre pintura, colagem, objeto, instalação e intervenção.

Tudo leva a uma noção de ambiente, de criação de uma atmosfera onde a vida, a mais comum possível, possa ser vivida e experimentada graficamente, seja na garatuja da base, seja nas intervenções em relevo no corpo que compõe a escultura.
Propõe-se, antes de tudo, a ser, também, uma carta para o futuro das comunidades envolvidas.
.

Os participantes são instados a expor, á sua maneira (mediante desenhos coloridos e bem-elaborados ou simples garatujas - não importa – ou, então por colagens, grafismos e outras eventuais formas) sua condição sócio-cultural atual e o que almejam para o futuro.



Todos os membros de determinada comunidade têm livre acesso á participação nessa obra interativa: crianças, jovens, adultos, e idosos de ambos os sexos. Cabe-me fazer o arremate da obra, de forma a lhe dar a conotação de objeto de arte. Feito isso é elaborada a seguir uma base (igualmente com as manifestações dos participantes).



A proposta é depois de certo tempo, (que determinei, aleatoriamente, que seja de 2 a 5 anos), desenrolar esses pergaminhos para saber, através do que ali os participantes deixaram registrados, se eles evoluíram ou não, econômica, social e culturalmente. Quantos dos seus objetivos foram alcançados? Qual o grau individual e/ou coletivo de progresso (ou retrocesso) que se atingiu? Quem, e por que, não saiu do lugar em termos de evolução material e/ou cultural?

“Esta Iniciativa Integra o Prêmio de Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.

Bienais com Piassa.
http://www.youtube.com/watch?v=9IHCm8wwT8g PIASSA®

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

“Interações Estéticas - Residências Artísticas em Ponto de Cultura”

“Esta Iniciativa Integra o Prêmio de Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.

PIASSA no processo de fundição das Esculturas, desenvolvidas na oficina de Arte.
http://www.youtube.com/watch?v=NYRwCeoeRAM PIASSA®




Projeto Oficina de Interações Estéticas.

Atividades Desenvolvidas:



Primeira Semana de Oficina.

Esse mês dado as características regionais e a valorização da festa popular do carnaval e seguindo o calendário, a festa aqui começa no dia quinze e vai ate a quarta feira de cinzas.

Tivemos praticamente quinze dias úteis de oficinas, o que nos possibilitou trabalharmos com grupos distintos, uns produziam desenhos e texturas enquanto o outro pequenas maquetes que servira de modelo para finalização do layout externo do Totem.


Segunda Semana de Oficina.

Começamos a trabalhar a confecção do pergaminho com a história individual e coletiva da comunidade participante que será posteriormente armazenada em uma cápsula que ficara no centro do corpo do Totem, feito uma carta ao futuro e que será aberta em data ainda a ser definida pelos participantes das oficinas.



Produtos Gerados:


Produzimos pequenas peças em papel (maquetes) que servira de modelo para a finalização do Totem a qual faremos a partir da escolha entre os vários protótipos apresentado e que será escolhido entre os participantes.



Estamos pensando em fazer uma votação já que todos os modelos apresentados são de ótima qualidade quer na composição de cores, quer na disposição geométrica apresentada.


Resumo da oficina.


Apesar do tempo reduzido deste mês atípico o aproveitamento foi positivo já que durante a Bienal a produção em alta escala nos possibilitou
avançar muitas etapas que seriam
expostas mais a frente como o de permitir, aos seus participantes que manifestem sua criatividade, através de textos, desenhos, colagens,abordando varias linguagens artísticas, o traço fino e o esboço da obra.


“Esta iniciativa integra o Prêmio de Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.


No 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos, Piassa cria com 15 etnias indigenas um Totem Humano na Bienal de Brasilia DF.

http://www.youtube.com/watch?v=f9uYkzkEH1A PIASSA®



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

“Interações Estéticas - Residências Artísticas em Ponto de Cultura”


“Esta Iniciativa Integra o Prêmio de Interações
Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.

A Bahia inspira Piassa e a equipe participante das oficinas a compor um novo layaute para os Totens.
http://www.youtube.com/watch?v=1xgsVtdtDdoPIASSA®




Projeto Oficina de Interações Estéticas.

Atividades Desenvolvidas.

Piassa®...

No início do mês de Março, me reuni com os participantes das oficinas de interações estéticas que em sua maioria já são usuários do Ponto de Cultura CUCA, em suas múltiplas atividades e propus algumas mudanças no desenvolvimento do Projeto que estávamos desenvolvendo; Sentia a necessidade de compartilhar toda a história que envolvia o Projeto dos Totens, desde seu inicio em mil novecentos e oitenta e nove, com oficinas desenvolvidas em espaço aberto dentro do Projeto Recreio e que em dois mil e três passei a desenvolver com os Pontos de Cultura






Acreditei que com equipe que,havíamos formado, era chegada a hora de implementá-lo com algumas mudanças no layout do Totem e achava estar com uma equipe preparada, motivada e que se mostrava disposta a desafios. A resposta foi de imediato (Opa ì óh, manda),pois nós tínhamos encontrado dificuldade em conseguir as autorizações da prefeitura para implantar os discos que estávamos construindo com as mensagens de paz nas praças do município e, se ficássemos na queda de braço com os órgãos responsáveis, o risco de não conseguir finalizar o Projeto no tempo pré – estabelecido e ter uma obra paralisada era muito grande.








Posicionei-me assim como outros participantes, a não estar dispostos ao desgaste que isso implicaria que seria o de correr atrás dos responsáveis de cada órgão envolvido, pedindo para que se agilizasse a análise e as devidas autorizações






e sem a certeza se iriamos
conseguir sua aprovação que depende de reunião e pauta de conselhos, dada a complexidade histórica que envolve as praças da capital baiana, em sua maioria tombada pelo patrimônio histórico ou em fase de avaliação e tombamento.



Propus que deveríamos trabalhar a estrutura do corpo do Totem, interagir em sua estrutura sem descaracterizar a forma que o consagrou e que faz uma menção a Macaíba (Barriguda), palmeira originária das regiões nordeste onde se faz uso de seu tronco para a Confecção de Tambores musicais utilizado no Maracatu e em outros ritos folclóricos (Alfaia e Tambor do Divino), que serviu de fonte de inspiração dos Totens da Cultura (Totem Pergaminho Filosófico Cultural),



e que foi admirado e aplaudida pelo ministro da Cultura Gilberto Gil que, na época fez a seguinte declaração durante a inauguração em Porto Alegre (depois retificada e assinada na Bienal de São Paulo TEIA). “Os Totem Pergaminho Filosófico Cultural confeccionados pelo artista plástico Piassa, foram idealizados com o objetivo de criar e fortalecer a identidade visual dos Pontos de Cultura. Esta forma de identificação incorpora as referências simbólicas e linguagens artísticas que intensificam o processo de construção da cidadania, dando amplidão à capacidade de apropriação criativa do patrimônio cultural pelas comunidades e pela sociedade brasileira como um todo."Palavras do ministro da Cultura Gilberto Gil".



Proposta aceita de imediato, partimos para as modificações que deveríamos fazer e voltarmos ao dinamismo que tínhamos anteriormente, perguntávamos como mudar o layout sem descaracterizá-lo. Era um momento de muita expectativa inclusive de minha parte de ter que recriar, repensar e refazer todo o caminho da criação. Voltar mesmo à origem do Projeto. Confesso que a o desafio me instiga, faz me curvar e meditar por horas sobre uma idéia, e foi exatamente o que fizemos começamos a repensar e enquanto um comentava a idéia que possuía, outro ia anotando. No final nos reunimos e



começamos a parte que acredito ser a mais dolorosa: a de destruir com questionamento as idéia que iam surgindo. Mas o processo criativo é instigante, e com muitas perguntas, que nunca devem ficar sem respostas. Já sabíamos que em nossas perguntas e respostas iríamos encontrar a solução e a forma de interagir e agregar novos valores ao design já consagrado do Totem sem que ele perdesse a sua identidade original. Resolvemos escrever tudo de forma individual e depois nos reunir e apresentar o que cada um tinha como simbologia e que pudesse representar a Bahia. Essa foi à meta estabelecida em grupo, o de agregar ao Totem algo novo que permitisse contemplá-lo e agregar informações locais alem dos pergaminhos internos, que ao serem abertos no futuro, trarão à luz as escolhas individuais de cada



participante. E dar ao layout novas linhas as já existentes, sem descaracterizá-lo de sua forma inicial, que teve o desenvolvimento com comunidades de diversos Estados, e também em respeito ao ministro Gilberto Gil, que o aplaudiu e se fez presente em vários Estados acompanhando todo o desenvolvimento de sua criação juntamente com o secretário de Programas e Projetos Culturais, Dr. Célio Turino de Miranda, e de outras autoridades e personalidades representativas como o artista Plástico Aguilar, o consagrado escultor Antonio Araujo, que honrou com sua presença uma das inaugurações e interagiu desenhando no Totem, o que motivou outros presentes como o próprio ministro da Cultura Gilberto Gil e o prefeito da capital mineira Fernando Pimentel a fazerem o mesmo.



Nas inúmeras inaugurações outras autoridades e personalidades marcaram presença e dentre elas o próprio presidente da republica Luiz Inácio Lula da Silva acompanhado do Ministro do Trabalho e do Emprego Luiz Marinho e do Ministro da Cultura Gilberto Gil, que esteve presente e inaugurou seis Totens durante sua gestão, o que fez com que a iniciativa atravessa se fronteiras e tivesse o reconhecimento de institutos dentro e fora do país conferindo visibilidade internacional. Outros representantes da sociedade também marcaram presença e dentre eles destacaria o arquiteto e urbanista Rui Ohtake, o senador Suplicy, o autor e diretor Sérgio Mamberti acompanhado de Jorge Mautner, músico e compositor, Èrmeson Leão, atleta e dirigente esportivo, Prof. Danilo Santos de Miranda diretor estadual do SESC e Manoel Francisco Pires da Costa, Presidente da Bienal São Paulo, que deixaram suas marcas quer por grafismo estilizado ou pela simples assinatura no corpo da obra.



Em nossa oficina, a procura simbólica se tornou um desafio a cada participante. Resolvi então relatar aos grupos de trabalho os meus questionamentos durante o desenvolvimento da obra e porque decidi desenvolver meus trabalhos de arte de forma coletiva. Em determinada época fazendo uma releitura histórica dos mestres, fui descobrindo o prazer, mas também á solidão de ser artista principalmente na área em que atuo como Artista Plástico e Historiador.



Quando se pensa em um artista circense logo se vê uma trupe; um jogador, um time; um músico uma banda ou conjunto; um ator, um elenco. Agora pense na solidão das artes plásticas, que se faz desde o momento da criação, e que eu não queria transportá-la para o momento de execução. Acreditava que a interações de outros indivíduos poderia agregar valores que não se faz presente na criação individual.



O tempo mostrou-me que fiz a escolha certa, pois ao permitir e abrir discussão com outros no momento da criação e desenvolvimento de um novo produto (obra de arte), essas interações começaram a dar dinâmica e uma ousadia até então não experimentada em minhas revelações durante as oficinas. A intenção era a de dar uma base a cada participante como se os mesmos estivessem participando desde o inicio dos primeiros traços o que acabou por se concretizar na obra da forma que hoje se apresenta.



Repartir essa experiência me fez repensar todo o trajeto e todos os questionamentos da criação desse ícone, que foge ao comum, de quando se quer sinalizar um espaço no caso os Pontos de Cultura que na maioria já existiam em muitas comunidades antes mesmo do Programa Cultura Viva.
(Comum em muitas comunidades brasileiras) a presença de mestres em seus ofícios e que partilham com os demais da comunidade seus saberes enraizados geneticamente, e que vai passando através de suas memórias todo o conhecimento.



A sociedade e o Estado não tiveram a sensibilidade de valorizar e se mantiveram a distancia e, em muitos lugares ausentes. Não que isso não ocorra hoje, mas numa escala muito menor se comparando com a época anterior a abertura política e a tomada do crescimento e a valorização do cidadão em seu próprio meio, que acredito ser a marca atual da política Cultural do ministério da Cultura: O de valorizar e dar condições ao cidadão comum que já traz com suas raízes culturais informações riquíssimas e que em muitas comunidades tinha-se vergonha de expressar,



pois era visto como arte menor! Mas bem sabíamos que atrás dessa desqualificação e discriminação havia o domínio velado; (dê ao homem a liberdade de cantar e as ferramentas e você terá de volta os instrumentos e os compositores).





A Bahia inspira Piassa e a equipe participante das oficinas a compor um novo layaute para os Totens dos Pontos de Cultura, criando um designer que permite uma maior integração com o expectador, que pode interagir tocando e girando o Totem, criar novos visuais.

Complementando o histórico do Totem, discriminei sua trajetória ate que se chegasse a forma atual, mostrando as etapas percorridas em vários Estados e as comunidades envolvidas, pois o Projeto é de minha autoria, mas o nascimento, se assim podemos dizer, e a forma atual se deve a participação popular de todo o Brasil
que já estavam organizadas em Pontos de Cultura, vinculada, ao Programa Cultura Viva que interagiram de forma coletiva. Coube a mim como artista e orientador do Projeto, agregar juntar os fragmentos numa única peça e contextualiza-la.



A cada movimento do corpo do Totem tem se uma nova leitura quer na composição das cores, que lhe confere um toque tropicalista, ou na metamorfose provocada pelos recortes e encaixes, que esse novo design permite, o que da a obra uma dinâmica espacial, agradável visualmente e que não interfere no espaço urbano.

Em minhas colocações revelei que gostaria de ampliar a superfície de intervenção do corpo do Totem, mas que eu não me admitia mudar as medidas que foram estudadas com o uso de um protótipo e disponibilizada em varias situações, junto a muros, postes, marquise e outros obstáculos urbanos, até chegar às atuais medidas, que permite visualizá-lo a uma distância de mais de dois mil metros.



Por ele ser tubular com as pontas ovais, o espaço de intervenção era reduzido, mas lhe dá leveza e despojamento sem intervir no ambiente em que se era instalado.
Todos ouviram em silencio absoluto. Me vi perante olhos aflitos e ouvidos aguçados procurando a solução do desafio proposto.



Em nossas observações encontramos muita semelhança do Cacau com as formas da palmeira Macaíba. E o resultado não poderia ser melhor. Unimos as formas da Macaíba com a do Cacau (e esse últimos ainda lhe conferiu as cores tropicais do amadurecimento do fruto que vai



do verde ao preto passando por todas as nuances e gamas de cores e os cortes longitudinal do fruto) possibilitou ampliar a superfície de trabalho permitindo à intervenção a participação de um maior numero de artistas que antes



se limitava pela curva tubular e que agora se faz em planos e usando do efeito ótico dos cortes, a possibilidade infinita de composições e movimentos. Esse movimentos são proporcionados por rolamentos internos do eixo central que serve de base.



Os movimentos têm a liberdade da energia eólica ou pela interatividade e toque dos observadores, as cores e os movimentos constante fazem de forma sutil o convite ao toque.




Outros espaços foram disponibilizados para servir de agenda informativa do Ponto de Cultura e espaço para futuros patrocinadores com suas logomarcas e que poderão ali ter seus nomes lembrados pelos integrantes dessas comunidades.

“Esta iniciativa integra o Prêmio de Interações
Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.

A visão de Piassa sobre a vida através da Arte.
http://www.youtube.com/watch?v=O3wYeVjryoEPIASSA®


Piassa®...
Artista Plástico e Historiador titular da cadeira 41 do I. G. G. C. Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Campinas, autor do “Projeto Fragmentos Étnico Arqueológico” e criador dos Totens “ Pergaminho Filosófica Cultural ” que identifica os Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva.

Síntese da palestra de Piassa sobre amor.

“Esta Iniciativa Integra o Prêmio de Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.

Passeata de enceramento da 6º Bienal da UNE.
http://www.youtube.com/watch?v=pwu_C7M7_RIPIASSA®




Síntese da palestra sobre amor.

Piassa...
O amor é tema de inúmeras músicas, livros, poesias e filmes. Porém é muito difícil determinar o que é esse sentimento. O que é o amor? Você saberia explicar? É uma tarefa tão complexa que no grego antigo havia várias palavras para designar esse sentimento. Cada palavra era usada para designar uma diferente forma de amar.
O amor mais comentado nas músicas e filmes é o amor designado no grego pela palavra Éros (é•ros). Essa palavra era usada para designar o amor romântico, geralmente expressado entre um homem e uma mulher. É aquele sentimento que causa calafrios quando se vê a pessoa amada, que aquece o peito... É lindo, não é? Não é a toa que seja tão poeticamente usado.
Outra palavra para amor usada no grego é Storgé (stor•gé). Quando uma mãe tem um bebê, ou mesmo antes de este nascer, ela cria um vínculo afetivo com aquela criança (ou assim deveria ser). Essa ternura vem naturalmente, sem o menor esforço da mãe. O mesmo se dá, em geral, com todos os nossos familiares. Você não precisa gostar do jeito do seu pai, ou ter muito em comum com a sua irmã para amá-los, não é mesmo? Bom, esse é o amor storgé, a afeição natural entre parentes.
Uma terceira palavra, Filía (fi•lí•a) designa o carinho que se tem por um amigo ou amiga, uma cordial intimidade. É um sentimento que envolve admiração, carinho, ao ponto em que a pessoa se torna quase um irmão, as vezes até mais do que isso!



Bom, acho que todos vocês já sentiram qualquer um dos “amores” acima, sabem do que estou falando. Mas o que realmente está em falta no mundo é o tipo de amor mais importante: o Agápe (a•gá•pe) (alguns pronunciam “ágape”, mas a sílaba tônica está na segunda sílaba mesmo). Acho que muitos aqui já ouviram essa palavra, mas talvez não saibam o que significa. Este é o mais puro sentimento que pode exisitir. Isso porque não é sentido “sem querer”, não brota do coração sem se saber o motivo, nem o sentimos porque uma pessoa nos agrada. É um sentimento que começa na razão e depois se torna um sentimento. É o amor baseado em princípios. Nas Escrituras Gregas, é o termo que serve para designar o sentimento do Criador por nós.
Mas por que esse tipo de amor é superior às afeições citadas anteriormente? Porque não é uma simples afeição! É uma devoção altruísta à justiça e um sincero interesse no bem-estar duradouro de outros, junto com uma expressão ativa disso para o bem deles. É mais que um sentimento, é uma ação!



Os outros sentimentos são muito “fáceis”, podendo se tornar até egoístas. Da mesma forma que tais sentimentos aparecem tão espontaneamente, podem ir embora. Quantos casamentos terminam porque “o amor (Éros) acabou”? Quantos pais têm tirado a vida de seus filhos, ainda pequenos e indefesos? Quantos amigos se tornam inimigos mortais? Algo está errado. Estamos valorizando muito o nosso falho coração. O amor ágape é o amor baseado em princípios, não em mero sentimentalismo. Você primeiro decide amar, depois manda essa mensagem para o seu coração que passa a sentir. Mesmo no momento da raiva, quando todos os outros tipos de afeto desaparecem do seu coração, o amor embasado, enraizado na razão, permanece. Com ele você pode querer bem até alguém que se considera seu inimigo! Esse tipo de amor não precisa de motivo, precisa de decisão. Você precisa se conscientizar de que deve amar sua família, seus amigos, seu próximo. Éros, storgé, filia, todos são mais fortes junto com o agápe.
Tendo tudo isso em mente, daqui em diante faça diferente: Não siga seu coração! Antes, decida amar; demonstre amor; haja com justiça; seja imparcial. Quando seu coração se encher de tais coisas aí então poderá segui-lo. Se todos fizermos isso, aí sim teremos muitos motivos para falar de amor.
Piassa®

“Esta Iniciativa Integra o Prêmio de Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura”.

Piassa encontra muitos amigos em sua trajetória.
http://www.youtube.com/watch?v=ohvmNNv-v1EPIASSA®

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Histórico Artístico de Piassa 1 Parte
http://www.youtube.com/watch?v=8uJ9dlwMHk4PIASSA®
Piassa
Artista Plástico
Dir.Curador da Pinacoteca do C.C.L.A Centro de Ciências letras e Arte entidade Cultural fundada em 1901.
Membro eleito do Conselho de Cultura de Campinas.
Historiador acadêmico titular da cadeira 41 do I.H.G.G.C Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Campinas, patrono Rui Barbosa.
Foi agraciado em 2006 com a medalha Carlos Gomes em reconhecimento a seu trabalho junto às comunidades no resgate da historia local e individual de seus membros.
Consultor das Nações Unidas e Ministério da Cultura onde atualmente desenvolve o Projeto “Fragmento Étnico Arqueológico” é criador dos Totens "Pergaminho Filosófico Cultural" que identifica os Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

BIENAL TEIA BRASÍLIA 2008

"Totem da Cultura Marco da Paz”



“Totem Pergaminho Filosófico Cultural Marco da Paz”




Piassa...
As esculturas (Totens), que denomino de “Pergaminho Filosófico Cultural Marco da Paz”, são compostas por colagens, grafismo, textura e pintura. São interativas e contam com a participação direta dos membros da determinada comunidade na sua composição. Promovem a relação entre pintura, colagem, objeto, instalação e intervenção. Tudo leva a uma noção de ambiente, de criação de uma atmosfera em que a vida, a mais comum possível, possa ser vivida e experimentada graficamente, seja na garatuja da base, seja nas intervenções em relevo, no corpo que compõe a escultura. Propõe-se, antes de tudo, a ser, também, uma carta para o futuro da comunidade envolvida. Os participantes são instados a expor, á sua maneira (mediante desenhos coloridos e bem-elaborados ou simples garatujas - não importa – ou, então por colagens, grafismos e outras eventuais formas) sua condição sócio-cultural atual e o que almejam para o futuro. Em seguida a uma serie de palestras onde se define de que forma será executado o Totem, e o material a ser usado juntamente com as palavras de apreço que resume o sentimento de paz, dos participantes da Interação Estética para com a comunidade, e que será escrito em (disco, marcos metálicos) círculos que serão trocados com os locais que receberão as intervenções. A escolha será feita aleatoriamente durante as interações estéticas, onde os participantes e convidados da TEIA terão acesso a dardos que serão lançados no mapa de Brasília demarcando o local que receberá a intervenção (esse trabalho será desenvolvido no espaço da juventude junto com o Ponto de Cultua CUCA).



Retira-se um circulo com as mesmas dimensões do local previamente escolhido e colocam-se esses com as palavras escritas que ali permanecerão como um marco do pensamento coletivo dos participantes da TEIA e da Interação Estética. Pois se nos unirmos como sociedade, poderemos, cada dia, mais implementar e ver se concretizar a cultura de paz que tanto desejamos. Após a troca o circulo com os fragmentos retirado do local é então levado e remontado uns sobre o outro dando forma ao corpo do Totem que será instalado no Ponto de Cultura ou em outro local assim definido como no caso da Bienal dos Pontos de Cultura TEIA Brasília 2008. Será um marco para documentar a grande mostra de arte popular na capital do Brasil, todos os membros da determinada comunidade têm livre acesso á participação nessa obra interativa: crianças, jovens, adultos, e idosos de ambos os sexos. Cabe-me fazer o arremate da obra, de forma a lhe dar a conotação de objeto de arte. Feito isso, é elaborada, a seguir, uma base (igualmente com as manifestações dos participantes).


A proposta é, depois de certo tempo (que determinei, aleatoriamente, que seja de dois a cinco anos), desenrolar esses pergaminhos para saber, através do que ali os participantes deixaram registrados, se eles evoluíram ou não, econômica, social e culturalmente. Quantos dos seus objetivos foram alcançados? Qual o grau individual e/ou coletivo de progresso (ou retrocesso) que se atingiu? Quem, e por que, não saiu do lugar em termos de evolução material e/ou cultural?
A paz já não é expressão da vontade dos poderosos, mas uma expressão da vontade coletiva, de se viver em paz, todos juntos somos uma superpotência. Se nos unirmos como sociedade, poderemos, cada dia, mais implementar e ver se concretizar a cultura de paz que tanto desejamos.

Interações Estéticas criação e execução da obra.

Interações Estéticas performática, criação e construção do Totem e dos doze discos circulares metálicos que serão implantados no solo de Brasília juntamente com as palavras de apreço que resume o sentimento de paz, dos participantes da TEIA e da Interação Estética para com a sociedade será construido junto com todas as comunidades presente na TEIA e que dará visibilidade que os Pontos de Cultura são celeiros articuladores da política de paz. Além das palestras sobre o amor e suas facetas, 1- “Ágape” amor, baseado em princípios amor incondicional. 2- “Storgé” amor entre familiares. 3- “Filia” amor entre amigos, 4- “Eros” amor romântico. Essas palestras se concretizam com a construção do objeto de arte que serve de identificação e localização dentro da comunidade: "Totem Pergaminho Filosófico Cultural Marco da Paz", que preserva a História, local e individual de seus membros, num pergaminho que fica na parte interna do corpo do Totem. Com essas missões, e Interações Estéticas, acredito estar contribuindo para dar visibilidade a toda sociedade de que os Pontos de Cultura são celeiros articuladores da política de paz, e viabilizando a construção de um imaginário novo, em que possamos transformar o conceito do herói guerreiro no herói pacifista. Esse é o tema da segunda palestra.(herói guerreiro, herói pacifista).



A paz já não é expressão da vontade dos poderosos, mas uma expressão da vontade coletiva, de se viver em paz, todos juntos somos uma superpotência. Se nos unirmos como sociedade, poderemos, cada dia, mais implementar e ver se concretizar a cultura de paz que tanto desejamos.
Piassa...




sexta-feira, 25 de julho de 2008

"O Totem Pergaminho Filosófico Cultural".


"Liberdade não é quando realizamos nossos desejos, mas sim nossas escolhas"


Piassa®...
criados para fortalecer a identidade visual dos Pontos de Cultura e registrar os anseios e expectativas das comunidades envolvidas.Esta forma de 'identificação' incorpora as referências simbólicas e linguagens artísticas que intensificam o processo de construção da cidadania, dando amplidão à capacidade de apropriação criativa do patrimônio cultural pelas comunidades e pela sociedade brasileira como um todo” palavras do ministro da Cultura.

Os pergaminhos que ficam em uma cápsula na parte interna da estrutura do Totem, propõem-se em sua concepção e objetivos, a serem uma espécie de “máquina do tempo”. Quando aberta ao cabo de determinado tempo, que sugeri aleatoriamente que seja de 2 a 5 anos, será possível aferir o grau de evolução ou retrocesso social, económico e cultural de cada participante e por consequência da respectiva comunidade envolvida, Mas cabe a cada comunidade decidir esse tempo.

Inicialmente de forma prioritária foram determinados doze Pontos de Cultura a serem visitados pelo projeto “Fragmento Étnico Arqueológico” do qual o produto final é o Totem: “Pergaminho Filosófico Cultural”. Na trajetória do projeto tive a incumbência de encontrar um entre os doze Totens executados - que fosse o símbolo de identificação para os demais Pontos de Cultura. Esse objetivo foi alcançado a partir de uma mesma matriz que permite manter a individualidade de cada comunidade apesar de todos terem as mesmas dimensões. Eles se diferenciam através da pintura fragmentada, executada junto com os membros das comunidades, cobrindo a estrutura física do Totem, reproduzindo os elos que são característicos da palmeira que me serviu de inspiração; Individualidade essa, que pode ser usada como um selo de identificação de determinado Ponto de Cultura. Pois é único,não a semelhante,tal qual uma digital.

Os Totens preservam a história local e individual e servem de marco visual de localização e demarcação dos Pontos de Cultura dentro das comunidades, valorizando o cidadão comum que tem nessa aquisição a garantia de manter viva a memória local.

Havia também uma preocupação em encontrar um ícone de ligação com a cultura popular e a encontrei na Macaíba, uma palmeira da região norte onde se utiliza à madeira para a construção de diversos instrumentos de percussão como a Alfaia o tambor do Divino, utilizado no Maracatu e em outros ritos folclóricos brasileiro. Essa palmeira possui algumas peculiaridades que lhe confere além do nome exótico e popular de Barriguda, por ter um caule fino com a parte central estufada feito uma gestante próxima a dar a luz, ela também possuem um fruto repleto de semente, recoberto por um fino fio de seda que em determinada época do ano estoura lançando ao longe suas sementes, pontilhando pequenas arvorezinhas no solo árido.

Fazendo de forma analógica uma comparação com o ministério da Cultura e o Programa Cultura Viva com seus Pontos de Cultura que pontilham em todo território nacional e outros países; essas verdadeiras extensões de resgate das comunidades e de sua identidade cultural da condições de manter viva suas manifestações culturais. No decorrer do projeto, colhi alguns relatos fascinantes que atestam e dá legitimidade á escolha dessa palmeira como fonte de inspiração para a criação dos “Totens da Cultura”. Alguns dão conta que no auge da seca, essa espécie de palmeira rompe parte de seu caule (barriga) e libera aos poucos água para irrigar as pequenas arvorezinhas ao seu redor e assim mantém a espécie viva, apesar de estar em risco de extinção, dada a voracidade das queimadas que atingem as regiões de seca e a incessante procura de sua madeira para diversos fins pela leveza que lhe é característica.

Dada a simplicidade da obra, o único critério para a participação de uma pessoa é o da disposição de se expressar através da escrita ou outra forma qualquer de comunicação.

A escrita foi à forma escolhida dentre várias mídias disponíveis por agregar matizes emocionais aos relatos conscientes ou inconscientes que só vem á luz no esculpir da memória de quando se escreve. Mas á uma extensão para as manifestações. Cada qual a sua maneira: se não por texto, por colagens ou outra forma qualquer de comunicação visual, o que você desejou ser, quem você é, qual é sua escolha para o futuro, e qual sua estrategia de amor, o que você faz, deseja e planeja, quais são suas escolhas, individual e ou coletivamente. E por essa obra ser coletiva ela não visava e não visa ter resultados plásticos convencionais, mas, esperava-se que houvesse harmonia e conseguimos, pela liberdade de expressão dada aos participantes.

Muitas vezes os Totens se deixam contaminar por uma atmosfera repleta de informações, recusam o excesso. Há uma contensão sem sofrimento algum. A tonalidade afetiva que atravessa essa obra mistura curiosamente alegria e tédio, que não inspira abandono, apenas um chega pra lá. È como se cada Totem dissesse: para! Ta bom assim!

È um mundo de cores para ser sentido na pele. Vale dizer também que suas texturas ao serem tocadas e sentidas de maneira tátil, dialogam de perto com o cidadão comum que não está preocupado em questionar a origem nem a história que levaram a sua execução, ou ele gosta ou não gosta. A obra por si própria fala. Se não fala é muda.

Meu caro o tempo sempre foi o Senhor da razão, este direciona firma e esclarece, pessoas passam por nossa vida para nos mostrarem o caminho pelo qual devemos seguir, algumas até marcam para que possamos retornar de onde partimos! O amanhecer e o entardecer vêm e vão ciclicamente dia e noite um após o outro, em nossas mãos estão os valores existenciais e a decisão de escolha, segundo a segundo o tempo não para, a cada um é dado esse direito, a cada um cabe a escolha, história e enredo. Quem ama nunca chora, passeia sobre as lágrimas, transformando todas nas mais belas lições que a vida pode proporcionar, o que não mata fortalece, e o peso vem em gloria, pois liberdade não é quando realizamos nossos desejos, mas sim nossas escolhas, a Deus todo o direito de conhecer o vasto querer de nossa Alma!

Espero que com esse texto, o caro amigo tenha uma visão mais abrangente do porque e o porque dessa obra em seu contexto filosófico e histórico desse documental pergaminho, que preserva viva a história local e de seus participantes, essa é minha estrategia de Amor e qual é a sua?

Piassa®...
Artista Plástico e Historiador autor do "Projeto Fragmentos Ètnico Arqueológico" e criador dos Totens "Pergaminho Filósofico Cultural" que indentifica os Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva.

domingo, 22 de junho de 2008

" ARTE DE PIASSA EM DEFESA DA VIDA "



"A VISÃO DE PIASSA SOBRE A VIDA ATRAVÉS DA ARTE"

FECUNDA-AÇÃO OU EXTIN-AÇÃO

Pedro J. Bondaczuk
O artista, qualquer que seja o meio de expressão que utilize, desenvolve, com anos de exercício, a aptidão de explorar sutilmente o subconsciente (próprio e coletivo) à cata de emoções que lhe sirvam de matéria-prima para obras de arte.
Sons, imagens, odores, sensações agradáveis (e/ou desagradáveis) ditadas pelos cinco sentidos, são transformados por esses criadores (que valorizam e dão nobreza à vida humana) em melodias, telas, esculturas e palavras, que formam metáforas bem-ajustadas, coerentes e harmoniosas. Com o talento de que são dotados, nos transmitem suas emoções, às quais agregamos as nossas, ditadas por nossa própria experiência pessoal.
São os artistas, e não os cientistas, portanto, as "usinas", geradoras, por excelência, de idéias, mediante a fertilidade e originalidade da sua imaginação. Afinal, como Albert Einstein constatou em seu livro "Como vejo o mundo", todas as grandes descobertas científicas, sem exceção, tiveram, como origem, meras "fantasias".


É a arte, pois, (e não a ciência, à qual precede) que dá grandeza e transcendência ao homem. É o instrumento que, se utilizado com perícia e exatidão, se constitui no mais eficaz meio de denúncia, de conscientização e de educação (em seu sentido lato) das pessoas, pois apela, simultaneamente, para a inteligência e para a sensibilidade.
Estas considerações vêm a propósito do mais recente trabalho do artista plástico J. L. Piassa, originalíssima escultura intitulada "Dúbio: fecunda-ação – extin-ção". O nome pode parecer estranho aos mais desavisados, mas trata-se de uma metáfora (como ademais a própria obra) destinada a chamar a atenção do expectador para uma das questões mais polêmicas da atualidade: o aborto.
Antes de tecer considerações a propósito, se faz necessária uma breve descrição desse trabalho. Consiste, basicamente, de uma enorme guilhotina, de doze metros que tem como lamina central um do mapa do Brasil, suspenso sobre o corpo de um feto, que fica num continuo movimento pendular marcando o tempo que ainda lhe resta. Como grande parte das produções de Piassa, são utilizados, na escultura, diversos recursos, não somente visuais, mas também sonoros e luminosos. O objetivo é ativar todos os sentidos do expectador, favorecendo não apenas sua compreensão do que vê, mas, sobretudo, o induzindo (consciente, inconsciente e/ou subconscientemente) à reflexão.



Ameaçado pela lâmina fatal, esse ser humano, absolutamente indefeso, emite desesperado choro, característico dos recém-nascidos, que se mistura aos sons de lamento, de arvores tombando ao corte de Moto serra verdadeiros gritos de socorro, de outros animais ameaçados de extinção em decorrência da nefasta ação humana, como o mico- leão-dourado e a ararinha azul e tantos e tantos outros.
"Por que a lamina da guilhotina tem, especificamente, o formato do mapa do Brasil?", perguntarão alguns, cientes de que o aborto é prática comum em quase todo o mundo, sendo, inclusive, legalizado em muitos e muitos países (como os Estados Unidos, por exemplo). Ocorre que o Congresso brasileiro está em vias de aprovar uma lei que permite que ele seja praticado, também, em nosso País.
A vida, toda vida, qualquer vida, é sumamente importante para o homem. Nada na natureza é supérfluo ou desnecessário. Tudo tem função, motivo e importância. Uma das principais obrigações das pessoas, senão a principal, é a de viver e deixar viver. Ninguém tem (nem pode ter) o poder de decidir sobre quem continuará existindo e quem deve ser eliminado ainda no ventre materno.
Qualquer coisa que ao menos lembre este tipo de comportamento é ilegítima, imoral e ilegal (ainda). A legalização dessa prática, portanto, é uma arbitrariedade sem tamanho. Contraria a lógica, a razão e o bom-senso. E sua utilização sem amparo legal é crime hediondo (e assim deveria continuar sendo).




O princípio básico de Justiça, o alicerce que lhe dá sustentação e força, preceitua que "todos" são iguais perante a lei. O fato dessa igualdade não passar, hoje em dia, de mera ficção, é que impede que, no campo do comportamento, a humanidade acompanhe o vertiginoso progresso da ciência.
O direito mais sagrado e inalienável de qualquer ser é o da vida. E quando esta passa a existir de fato? Em que instante mágico e miraculoso se corporifica e se reproduz milhões de vezes por dia, embora cada uma dessas reproduções não deixe de ser um milagre? No instante exato da fecundação!
É perda de tempo teorizar a respeito ou sofismar dizendo que o feto disforme, de uma, duas, dez, doze ou catorze semanas, não é ainda um ser humano. É evidente que é! Afirmar, portanto, que impedir que uma mulher grávida cometa o criminoso ato do aborto é tolher seus direitos, não passa de irresponsabilidade e, mais do que isso, de cumplicidade num covarde e frio assassinato (polêmicas a parte), contra um ser absolutamente indefeso. Ninguém, mas ninguém mesmo, pode decidir sobre a vida e a morte do próximo, sejam quais forem os motivos e circunstâncias.
A ciência, portanto, não tem o "direito" de invadir este campo, enquanto estas questões (e tantas outras) não forem respondidas e sem deixar dúvidas. Caso contrário, estará, apenas, compactuando com taras, com horrores e com perversidades.
De uns tempos para cá, prevalece, na literatura e, sobretudo, no campo prático, a apologia da morte. Não há enredo de romance, novela, conto ou filme em que não haja algum "herói" suprimindo a vida de um "bandido", como se quem mata o que é mau não se igualasse a ele. Todavia, o verdadeiro heroísmo consiste em construir: obras, idéias, conceitos e valores. A violência jamais será contida por expedientes violentos.



A salvação do mundo e, do homem, é a educação. Albert Schweitzer fez essa constatação, numa de suas tantas reflexões filosóficas: "Quanto mais profundamente nos abismamos na natureza, tanto mais reconhecemos que ela está cheia de vida, e tanto mais compreenderemos que toda a vida é um segredo, e que estamos unidos com toda a vida que há na natureza".
Apesar de dimensões ínfimas, em relação ao inconcebivelmente imenso tamanho do universo, somos mini-mundos. Abrigamos bilhões de vidas independentes, que nascem, crescem, se reproduzem e morrem, como ocorre conosco, representadas pelas células do nosso corpo e por seres oportunistas, como vírus e bactérias, que sobrevivem às nossas custas. Somos partes indissociáveis da mágica cadeia da vida, reprodução, em pequena escala, do universo.



Renè Dèscartes, na tentativa de buscar a verdade, negou, inicialmente, a existência de tudo. Depois, partiu de uma premissa básica para "negar" a sua negação: a célebre "cogito, ergo sum". Ou seja: penso, logo existo. Talvez hoje, a rigor, a única conclusão exata a que possamos chegar ainda seja apenas esta.
O que é a vida? É, sobretudo, um mistério. É muito mais do que meros conjuntos de aminoácidos combinando para formar proteínas componentes de células, tecidos, órgãos, estruturas completas. Há algo impalpável que anatomista algum, nenhum cientista, por mais perito que seja, conseguiu isolar, separar, dissecar, posto que é imaterial.
Piassa, com seu talento, lavra, portanto, com sua obra, mais um tento no sentido de defender o que há de mais precioso, inexplicável e transcendental no universo: a vida. É a arte, mais uma vez, mostrando a sua utilidade e capacidade de incomodar e conscientizar as pessoas, que é uma das suas principais e mais nobres funções.



Piassa...
"Operário das artes mensageiro da paz, cidadão do mundo"
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Piassa
Artista Plástico
Dir.Curador da Pinacoteca do C.C.L.A Centro de Ciências letras e Arte entidade Cultural fundada em 1901.

Membro eleito do Conselho de Cultura de Campinas.

Membro do Conselho Da Câmara municipal de Campinas.

Historiador acadêmico titular da cadeira 41 do I.H.G.G.C Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Campinas, patrono Rui Barbosa.

Foi agraciado em 2006 com a medalha Carlos Gomes em reconhecimento a seu trabalho junto às comunidades no resgate da historia local e individual de seus membros.

Consultor das Nações Unidas e Ministério da Cultura onde atualmente desenvolve o Projeto “Fragmento Étnico Arqueológico” é criador dos Totens "Pergaminho Filosófico Cultural" que identifica os Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva.

Piassa operário das artes mensageiro da paz, cidadão do mundo é chamado assim pela sua postura de trabalho e suas constante missão de paz, em resgatar os sonhos individuais e coletivos das comunidades por ele visitada, usando sempre o macacão que fez em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que tem a assinatura do ministro da Cultura Gilberto Gil e do próprio homenageado o presidente Lula.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

O Totem de Belo Horizonte.


O Totem de Belo Horizonte Integrara o Espaço Público.

"O que não mata fortalece, e o peso vem em gloria"


Piassa...
Mais uma missão cumprida e com sucesso: Esculpi um bloco de 600 kls de concreto que contém em sua composição partículas de alumínio o que lhe confere resistência metálica e maleabilidade como a madeira, usei maquinário de alta tecnologia, o que permitiu atingir um tempo recorde de execução de 7hs.

O Totem tem 3mts altura por 60cm no volume central,subdividido em 30 blocos que compõe o corpo estilizado da palmeira Macaiba (Barriguda) que me serviu de inspiração, quando no processo de criação do símbolo dos Pontos de Cultura.


Cada bloco representa 100 Pontos de Cultura, esse Totem em especial foi doado numa solenidade pelo Ministro da Cultura,Gilberto Gil a prefeitura de Belo Horizonte na presença do Prefeito,Fernando Pimentel e da presindente da Fundação Municipal de Cultura Maria Antonieta Antunes Cunha entre outras autoridades locais e personalidades nacionais,como o secretario de Projetos e Programas Especial do ministério da Cultura,Célio Turino e o ator e diretor,Sérgio Mamberti e o Escultor e curador do Museu Afrobrasil,Emanoel Araújo juntamente com ex-treinador da seleção brasileira de futebol,Émerson Leão para marcar a passagem da Teia Bienal dos Pontos de Cultura por,Belo Horizonte e será instalado em praça pública integrando o acervo de obras pública do município.



Outra peculiaridade desse Totem é que no momento da inauguração tanto o Ministro,Gilberto Gil como o prefeito,Fernando Pimentel e as outras autoridades puderam retornar a essência da tenra idade,e intervir com grafismo no corpo que compõe o,Totem e que será posteriormente esculpido, isso ocorreu para marcar a finalidade da obra, que como os,Pontos de Cultura são articuladores da Cultura de paz e a melhor expressão de,paz é ver homens trabalhando e interagindo juntos.



Essa Bienal teve um público estimado de 100 mil pessoas, com um investimento de sete milhões e meio, com pessoas de todo o,Brasil numa grande confraternização da Cultura popular, e por tudo que vivi, e pude exteriorizar em criação, idéias, pensamentos, sobre a arte e a própria vida, declaro ser profundamente grato a Deus criador do céu, da terra e de todo universo, e a todos os Anjos por ele alocado para auxiliar na concretização e a perfeita harmonia da obra.



Apesar das situações adversas e surpreendente que ocorreram, mas o que não mata fortalece,e o peso vem em gloria e a todas as pessoas que de alguma forma contribuíram para o sucesso dessa missão, é que me curvo em reverencia e agradecimento, e um longo e sonoro muito obrigado a todos e que possa ecoar em cada coração como uma semente a germinar a paz que tanto almejamos MUITO OBRIGADO!

Piassa...
"Operário das artes mensageiro da paz, cidadão do mundo"
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Piassa
Artista Plástico
Dir.Curador da Pinacoteca do C.C.L.A Centro de Ciências letras e Arte entidade Cultural fundada em 1901.

Membro eleito do Conselho de Cultura de Campinas.

Membro do Conselho Da Câmara municipal de Campinas.

Historiador acadêmico titular da cadeira 41 do I.H.G.G.C Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Campinas, patrono Rui Barbosa.

Foi agraciado em 2006 com a medalha Carlos Gomes em reconhecimento a seu trabalho junto às comunidades no resgate da historia local e individual de seus membros.

Consultor das Nações Unidas e Ministério da Cultura onde atualmente desenvolve o Projeto “Fragmento Étnico Arqueológico” é criador dos Totens "Pergaminho Filosófico Cultural" que identifica os Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva.

Piassa operário das artes mensageiro da paz, cidadão do mundo é chamado assim pela sua postura de trabalho e suas constante missão de paz, em resgatar os sonhos individuais e coletivos das comunidades por ele visitada, usando sempre o macacão que fez em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que tem a assinatura do ministro da Cultura Gilberto Gil e do próprio homenageado o presidente Lula.